Antes de acalmar a mente, é preciso conhecê-la
Mente material, Ego, Consciência moduladora, Intelecto Puro. Você vai compreender qual dessas quatro está falando quando parece que o pensamento não para, e por que tentar calá-la sempre falha.
Encontre a paz em meio ao caos.
Você fala direto com a escola no WhatsApp e recebe o formulário de inscrição.
Você atravessa o dia inteiro e muitas vezes não consegue estar presente nele. O corpo cumpriu a rotina. A mente se dispersou para várias direções: enquanto realiza uma tarefa, ela já está em outra, adiantando o que ainda não aconteceu ou revisando o que já passou.
À noite chega um cansaço que drena o corpo e a mente. A energia não revitaliza nem com um sono profundo.
Esse cansaço possui uma profunda explicação no Yoga. E existem caminhos para resolver.
A maior parte das pessoas que diz "eu não consigo meditar" está partindo de uma premissa errada. Elas acreditam que meditar é sentar e forçar para que a mente se esvazie, e o estado de paz surja. Se frustram quando os pensamentos continuam chegando e concluem que aquilo não é para elas.
Esvaziar a mente não é o principal objetivo.
Há milênios o Yoga descreveu com precisão como a mente humana funciona: quais são as suas faculdades cognitivas, o que estimula a dispersão, o que a ancora e o que acontece quando a atenção finalmente se sustenta sozinha. Não é misticismo. Esta Filosofia de Vida surgiu como um bálsamo para a humanidade, proporcionando direcionamento e clareza em meio à escuridão das confusões e turbulências humanas.
A Jornada Contemplativa é a sua entrada nesse caminho. Quatro encontros, seguindo etapas bem direcionadas, com quem estuda e vive isso há mais de trinta anos.
Cada encontro aprofunda um pouco mais a Espiral. A ordem não é decorativa: cada um só faz sentido depois do anterior.
Mente material, Ego, Consciência moduladora, Intelecto Puro. Você vai compreender qual dessas quatro está falando quando parece que o pensamento não para, e por que tentar calá-la sempre falha.
Perceber que a mente dispersa é o primeiro passo. O segundo é compreender como administrá-la. Este encontro entrega as ferramentas que a tradição construiu para dar à atenção um ponto de apoio: Nada Yoga (a união através do som e da vibração) e Pranayamas (exercícios respiratórios). Todas essas ferramentas servem para refinar a mente e seus instrumentos, auxiliando a viver o Yoga no seu dia a dia.
A maioria das pessoas tenta se concentrar tensionando, e por isso desiste, constrói dores e tensões nos ombros, no pescoço e na lombar, e agita a mente. Dharana, o sexto passo do caminho de Patañjali, não é esforço: é estabilidade. Um lago sem ondas. Neste encontro você compreende quais são os obstáculos reais para cultivar a concentração e recebe duas ferramentas concretas de auxílio: os mudras (gestos poderosos com as mãos) e os yantras (símbolos que direcionam a mente). No final haverá uma prática guiada.
Dharana é como gotas caindo. Dhyana é o rio fluindo. Quando a concentração deixa de ser interrompida, nasce um fluxo contínuo de atenção, e o tempo passa a se comportar de outro jeito. Neste último encontro, a professora Rô percorre Dhyana e Samadhi. Samadhi não é transe, não é hipnose e não é inconsciência: é quando desaparece a separação entre quem observa, o que é observado e o ato de observar. Assim é possível viver em estado de Yoga não apenas no tapete, mas fora dele: escutar alguém de verdade, caminhar presente, comer com atenção.
Roseméri Pacheco, mais conhecida como Rô Pacheco, é professora de Yoga, Yogaterapeuta, palestrante e escritora, com mais de 35 anos dedicados ao estudo, à prática e ao ensino do Yoga. Fundadora do Yoga Spanda, em Balneário Camboriú (SC), integra a tradição do Hatha Yoga aos conhecimentos contemporâneos sobre saúde, educação e desenvolvimento humano.
Desenvolve seu trabalho a partir do Purna Yoga (Yoga Integral), fundamentado nos ensinamentos do filósofo Sri Aurobindo, cuja máxima é: "Toda a Vida é Yoga." Dedica-se também ao Ayurveda como Terapeuta e Analista, ampliando sua escuta e cuidado para além do tapete, integrando corpo, mente e consciência.
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Sim, e a Jornada foi desenhada exatamente para esse ponto de partida. Não solicitamos nenhum conhecimento prévio da filosofia do Yoga, de sânscrito ou de meditação. Cada conceito é apresentado em português, com exemplos do cotidiano, antes de receber o nome que a tradição usa.
É o contrário: é o material de trabalho. A mente tende a pensar e a agir de acordo com as informações que recebe através dos sentidos. Aprender como lidar com as informações que chegam é o objetivo. O que se aprende aqui é a deixar de se confundir com o pensamento. Quem chega dizendo que a mente não para costuma ser quem mais aproveita, porque já está observando.
Não. O Yoga é uma filosofia de Vida, não há dogmas. É um sistema de investigação sobre a mente e a consciência, anterior e independente de qualquer religião. Pessoas de todas as crenças, e também quem não tem nenhuma, praticam na escola há trinta e três anos.
Todos os encontros são gravados e ficam disponíveis por duas semanas. O ao vivo é onde as perguntas acontecem, então vale priorizar, mas ninguém fica para trás por um imprevisto.
Depois da inscrição você entra no grupo da Jornada no WhatsApp. É por ali que o link de cada encontro, os materiais e o acompanhamento entre um encontro e outro são enviados.
Quatro quartas-feiras. Uma hora por encontro. E um mapa que você leva para o resto da vida.
Dar o primeiro passo